01/03/2010
BNDES e fundos de pensão das estatais devem financiar "superelétrica"
O Palácio do Planalto já começou a montar a operação financeira e societária para a criação da "superelétrica" a ser comandada pela empreiteira Camargo Corrêa. O governo quer que os fundos de pensão das estatais e o BNDES injetem recursos na nova empresa, informa reportagem de Leila Coimbra e Leonardo Souza para a Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Pelo formato avalizado pelo Planalto, a CPFL (controlada pela empreiteira) será a cabeça da companhia. Num primeiro momento, incorporaria a Neoenergia, na qual a Previ (fundo dos funcionários do Banco do Brasil) e o próprio BB têm a maior parte do capital votante. Depois, já capitalizada, a elétrica compraria a Brasiliana (holding controladora de Eletropaulo, AES Sul e AES Tietê).
Assim, conforme a Folha antecipou no mês passado, seria criada uma gigante no setor, com mais de um terço da distribuição de energia no país. Cálculos preliminares apontam a necessidade de R$ 15 bilhões a R$ 17 bilhões para a aquisição da participação majoritária nas duas empresas.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u700479.shtml
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