08/01/2010
Economia mundial mostra "sinais de recuperação mais forte", diz organização
A economia mundial mostrou "sinais de uma recuperação ainda mais forte" em novembro do ano passado que o expressado nos meses anteriores, segundo os indicadores publicados hoje pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico).
Os indicadores compostos avançados da OCDE passaram acima de sua tendência a longo prazo nas sete principais economias do mundo, o que representa "uma perspectiva de crescimento".
Esses mesmos indicadores continuam mostrando uma recuperação econômica nas grandes economias dos países não membros da organização, indicou a OCDE, em comunicado.
O indicador composto avançado para a OCDE aumentou para 102,3 pontos, contra 101,4 na leitura de outubro. Nos Estados Unidos o indicador ficou em 100,9 pontos, contra 99,8 em outubro.
Na zona do euro, o indicador aumentou para 104,6 pontos, contra 103,5 em outubro, enquanto no Reino Unido o índice subiu de 104,5 para 105,7 pontos. No Japão, índice subiu para 101,2 pontos, contra 100 um mês antes.
No Brasil, o índice aumentou para 100,9 pontos em novembro, contra 100,1 pontos um mês antes. O indicador composto na China subiu para 100,5 pontos, contra 100,3 um mês antes; Na Índia, o indicador passou de 99,3 para 99,4 pontos; e na Rússia (fechando o bloco dos Brics) o índice subiu de 96,9 para 98 pontos.
A OCDE é formada por: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Suécia, Suíça e Turquia.
No último dia 15 a organização formalizou o convite para que o Chile se torne seu 31º membro. Após o convite, ficaram na fila para entrar no grupo: Eslovênia, Estônia, Israel e Rússia.
A OCDE ainda acompanha a evolução das economias de Brasil, China, Índia, Indonésia e África do Sul.
Fonte: folha.com.br
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